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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
domingo, 29 de maio de 2011
domingo, 5 de setembro de 2010
Dias de sol lá fora e sombra aqui dentro.
Olá pessoas! Primeiramente quero agradecer alguns e-mails que recebi nessa ausência, obrigada pelo carinho por mim e por esse "cantinho". Ainda não estou de volta como gostaria, tenho tentado "arrumar a vida".
Vivi anos em quatro meses, alguém que amava morreu nos meus braços, terminei meu casamento de oito anos, mudei de casa, de emprego e vivi sentimentos diversos sem ao menos ter tempo de entendê-los, alguns entendi depois.
Os dias são de sol lá fora e de sombra aqui dentro de mim.
Nesses dias sombrios tento buscar forças para tirar o pó dos escombros e ver no meio do entulho o que há de material aproveitável, separar as coisas fazendo uma triagem para jogar fora o que não serve, tirar lições para poder erguer a cabeça e começar tudo outra vez.
"Não me pergunte quem sou e não me diga para permanecer o mesmo". Foucault
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Nem tudo que reluz é ouro
Essa edição do Big Brother Brasil tinha tudo para dar maior visibilidade á luta pelos direitos LGBT. Mesmo com três homossexuais assumidos e uma militante da luta na casa, não foi o que aconteceu.
Os representantes da categoria não perceberam a boa chance que tinham.
A quem diga que ninguém pensaria em militância alguma se a questão fosse faturar R$ 1,5 milhão.
Talvez pensar na militância fosse o caminho mais curto para conquistar o público, até porque ninguém poderia acusá-los de estar vivendo uma realidade que só existe no "mundo" externo, já que conviviam com um legítimo representante dos homofóbicos, da espécie troglodita.
Dicesar dizia não ser homem e sim gay.Eu até entendo o que ele quis dizer, mas acho que a grande massa talvez tenha entendido ao pé da letra mesmo, ou seja , um gay não é homem.
Sérginho falou sobre o homossexualismo e não homossexualidade o termo certo, quem sabe ele não acredita realmente que sua condição sexual seja doença, afinal de contas dizer que torce de coração por uma "pessoa" que disputa com seus iguais e que disse que heterossexuais não pegam AIDS no caso dele é renegar a si mesmo, ou muita chapinha próxima a cérebros masculinos afetam os neurônios.
Angélica que falava tanto de sua opção sexual, optou por uma estratégia errada.
Elenita que sempre militou pela causa, saiu dizendo que aprendeu que não deve comprar briga que não é dela e que nem todo gay é legal.
Com as atitudes dos "coloridos" não podemos nem questionar a edição do programa na TV aberta.
Se no começo achavamos que veríamos mais uma vez um homossexual conquistando o povo, a realidade é bem diferente e nos faz lembra nossas professoras de ciências ensinando a evolução da espécie, elas só não disseram que a evolução não foi igual para todos. A "pessoa" que está sendo aclamada pelo povo é a prova que viemos dos macacos.
Tenho feito como muitos e só acompanhado a repercussão na mídia, afinal , já basta ouvir o discurso inflamado da minha irmã na defesa da criatura ou a torcida declarada de um professor da faculdade.
Enfim, pensando nisso lembrei-me de uns provérbios luso-brasileiros:
Nem tudo que reluz é ouro.
Nem tudo que balança cai.
E cabe aqui mais alguns:
Nem todos que estudam são letrados.
Nem todo homem sabe sê-lo.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Super Bowl
O Super Bowl é um ótimo negócio para quem deseja expor uma marca ou ideia. A audiência média é de 90 milhões de pessoas, por isso é também a noite mais importante para a publicidade nos Estados Unidos.
Os valores dos comerciais de 30 segundos chegam a cifra de 3 milhões de dólares (R$ 5,5 milhões aproximadamente).
Domingo passado o país parou para ver o Saints, de New Orleans ficar com o título. Eles mereceram. Aquele touchdown foi inacreditável !!! Mas o fato para registrar é que esse ano os comerciais causaram polêmica. Segundo o jornal "O Estado de São Paulo" a detentora de direitos de transmissão que negocia antecipadamente a venda do espaço vetou um comercial de um site de relacionamento LGBT enquanto confirmou a exibição de outro de uma associação cristã, contra a prática do aborto.
É, tem coisas que o dinheiro não compra...
Os valores dos comerciais de 30 segundos chegam a cifra de 3 milhões de dólares (R$ 5,5 milhões aproximadamente).
Domingo passado o país parou para ver o Saints, de New Orleans ficar com o título. Eles mereceram. Aquele touchdown foi inacreditável !!! Mas o fato para registrar é que esse ano os comerciais causaram polêmica. Segundo o jornal "O Estado de São Paulo" a detentora de direitos de transmissão que negocia antecipadamente a venda do espaço vetou um comercial de um site de relacionamento LGBT enquanto confirmou a exibição de outro de uma associação cristã, contra a prática do aborto.
É, tem coisas que o dinheiro não compra...
sexta-feira, 10 de julho de 2009
A temática homossexual no comercial de TV.
No Brasil quase não se vê anúncios em mídia eletrônica (comercial de TV) que se utilize de temática homossexual.
Quando são criados anúncios com a temática, a tendência é uma linguagem sutil que às vezes torna-se ambígua (o destinatário entende como quiser). Se a publicidade ‘cria’ um ‘mundo ideal’, onde todos são felizes como num comercial de margarina, fica claro o quanto ainda somos conservadores, pois o mundo ideal refletido em comerciais de TV não possuem homossexuais.
Produtos e serviços que querem trabalhar com esse segmento de mercado trabalham de uma forma que não corram risco de perder outros clientes. Assim sendo só há uma linguagem explícita se o veículo utilizado se direcionar ao público homossexual exclusivamente. Há anúncios do começo do século passado onde há menos sutileza que anúncios atuais.
Naomi Klein, autora do livro Sem logo-A tirania das marcas de um planeta vendido, editora Record, diz que as empresa adotam a postura de direcionar suas estratégias de marketing para o público gay muito mais por uma necessidade mercadológica do que por consciência social.
Embora ache que um boom da publicidade sobre o tema serviria para se discutir mais o assunto, haveria também uma disseminação da forma caricaturada da temática como a grande maioria dos anúncios são criados.
A visão estereotipada do tema só difundi mais ideias preconceituosas, não ajudando em nada numa aceitação da questão.
Quanto a mim como estudante de publicidade e espírito libertário (lesbertário) se fosse trabalhar o tema, trabalharia sem deixar de atender as necessidades dos meus clientes, mas expondo de forma real o universo homossexual e suas nuanças, sem maquiagem ou enfeites.
Quando são criados anúncios com a temática, a tendência é uma linguagem sutil que às vezes torna-se ambígua (o destinatário entende como quiser). Se a publicidade ‘cria’ um ‘mundo ideal’, onde todos são felizes como num comercial de margarina, fica claro o quanto ainda somos conservadores, pois o mundo ideal refletido em comerciais de TV não possuem homossexuais.
Produtos e serviços que querem trabalhar com esse segmento de mercado trabalham de uma forma que não corram risco de perder outros clientes. Assim sendo só há uma linguagem explícita se o veículo utilizado se direcionar ao público homossexual exclusivamente. Há anúncios do começo do século passado onde há menos sutileza que anúncios atuais.
Naomi Klein, autora do livro Sem logo-A tirania das marcas de um planeta vendido, editora Record, diz que as empresa adotam a postura de direcionar suas estratégias de marketing para o público gay muito mais por uma necessidade mercadológica do que por consciência social.
Embora ache que um boom da publicidade sobre o tema serviria para se discutir mais o assunto, haveria também uma disseminação da forma caricaturada da temática como a grande maioria dos anúncios são criados.
A visão estereotipada do tema só difundi mais ideias preconceituosas, não ajudando em nada numa aceitação da questão.
Quanto a mim como estudante de publicidade e espírito libertário (lesbertário) se fosse trabalhar o tema, trabalharia sem deixar de atender as necessidades dos meus clientes, mas expondo de forma real o universo homossexual e suas nuanças, sem maquiagem ou enfeites.
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